anahí
Na semana passada, a irmã da loira, Marichelo, casou-se no México. Durante a festa, o namorado de Anahí, Rodrigo Ruiz, fez a proposta. Segundo o site Ego, Anahí teria ficado superemocionada, mas ainda assim quer que o noivo faça o pedido formalmente à sua família. Certinha a fofa, hein
A cantora mexicana, do grupo RBD, fez uma nova tatuagem. Ela tatuou no pulso a palavra, em inglês, "breathe" que significa respirar. Anahí deve ter seguido o exemplo de Lindsay Lohan que, no ano passado, também tatuou essa palavra no pulso. Mas, para Lindsay, a tatuagem, feita sem tinta em fevereiro de 2006, tem como significado "desfrutar mais a vida e encarar as coisas com calma". Já Anahí não explicou o significado de sua nova tattoo.
Atrevida foi até o México acompanhar a rotina do RBD e traz pra você uma entrevista exclusiva. Descobrimos, entre outras coisas, que o Brasil está nos planos do grupo. Quer saber mais? Confira!
Por Veridiana Mercatelli
Seguir os passos do RBD em plena Cidade do México teve um gostinho especial. Primeiro por ver a euforia dos fãs conterrâneos do grupo, que puderam reencontrar seus ídolos pessoalmente. Em segundo, pela ansiedade dos próprios integrantes, que estavam nervosíssimos por se apresentarem para uma platéia tão familiar depois de dois anos sem fazer show "em casa". A alegria dos dois lados, adoradores e adorados, foi contagiante. E nós, da Atrevida, tivemos a oportunidade de ver de perto (de perto meeesmo!!) um dos shows da turnê "Celestial" no Palácio de los Deportes, na Cidade do México, que aconteceu no dia 17 de novembro. Dois dias depois, fomos à gravação de um programa do canal Boomerang, o "Boombox", que deverá ir ao ar no mês que vem. Nele, além de cantar, Alfonso, Anahí, Christian, Dulce María, Christopher e Maite respondem perguntas dos fãs. Também foi no estúdio que nós batemos um papo com o RBD, que acaba de lançar o disco Empezar desde Cero (em português: "Começar do Zero"). Veja só o que rolou:
O que mudou desde o último disco?
Christopher: Houve uma evolução superpositiva, o RBD está muito mais maduro, algumas músicas são de nossa autoria. As pessoas vão gostar deste disco, que é bem diferente.
Dulce: Acho que a voz e a interpretação de cada um cresceu muito. Isso é ótimo, crescemos junto com nossos fãs.
O que é "começar do zero"?
Christian: Acredito que tem a ver com a idéia de que os seres humanos sempre podem começar de novo, não importa o que tenha acontecido de bom ou ruim, sempre há a chance de reinventar-se. Acho isso muito bonito.
Maite: Começar do zero não quer dizer dar um passo pra trás, significa continuar dando passos para a frente. Simplesmente queríamos lembrar a todo mundo que somos seres humanos e que, a cada dia, recomeçamos.
Vocês agora escrevem suas canções. Como perceberam que já era hora?
Christopher: Sempre quisemos isso, mas agora nos deram a oportunidade. Foi uma evolução e estamos felizes.
Dulce: Abriram as portas para que a gente pudesse compor e neste momento somos o RBD real, que se consolidou com o apoio e o carinho dos fãs.
Vocês têm medo das críticas quando terminam um trabalho?
Maite: As pessoas sempre falam, algumas bem, outras mal. Mas acredito que é fundamental ouvir as críticas construtivas e fazer sempre o melhor. Agora, se forem comentários que não valem a pena, nem levo em conta.
O que falta conquistar como grupo?
Anahí: Estamos planejando shows na Sérvia, Japão, Polônia, Portugal, vamos voltar ao Brasil... Não há barreiras! Para o RBD, é incrível poder levar o nome do México a tantos países onde não falam nosso idioma. Não sei como, mas o público gosta quando a gente canta em espanhol e nos acompanha.
Vocês se consideram um fenômeno?
Alfonso: Somos um grupo que gosta do que faz e isso se reflete no resultado.
Vai rolar algum filme sobre Rebelde?
Alfonso: Existem planos. Estamos conversando com várias produtoras.
Há planos de voltar para o Brasil?
Christopher: Sim! Em 2008!
E o que vocês acharam do Brasil?
Christopher: Incrível! Todos nos trataram muito bem, gostamos muito!
Alfonso: Adorei o carnaval! (risos)
Além do grupo, cada um de vocês tem um projeto pessoal. O que esperam de 2008?
Christian: Acho que é uma oportunidade quando, dentro de um trabalho, você pode realizar diversos outros. Obviamente, fazemos essas coisas quando há tempo, como o Poncho, que vai fazer seu filme durante as férias. Mas é bom, porque ninguém nos proíbe de fazer projetos paralelos. Sempre nos dão a chance de crescer.
Dulce: Em fevereiro deve sair meu livro. Tudo o que senti nesses últimos anos estará lá. Queria compartilhar, sabe? Não há nenhuma história, mas são poemas. Ainda não posso dizer o título. (cara de mistério)
Anahí: Sempre que eu faço planos pessoais para o ano seguinte, nunca cumpro (risos). Mas tenho o propósito de ser uma pessoa melhor.
Maite: O meu desejo é estar mais tempo com a minha família.
Christopher: Mais pra frente quero escrever um livro sobre o que o grupo vive, mas sigo com minha marca de acessórios e com o RBD.
Vocês gostariam de fazer disco solo sem sair do RBD?
Christian: Acho que seria muito complicado porque, como grupo, andamos de um lado pra outro. E, quando chegamos no hotel, pedimos cama e descanso! Seria muito complicado fazer uma promoção sozinhos. Agora estamos muito focados como grupo. Não dá pra atirar para todos os lados, senão você não se dedica plenamente a nada.
O que diriam aos fãs que pedem que vocês não se separem nunca?
Christian: Que adoramos todos e que graças a eles estamos aqui. Acredito que muita gente não dava credibilidade ao RBD, não achava que tínhamos futuro. Somos um grupo que trabalha para os fãs e vemos a resposta deles quando damos um autógrafo, fazemos show... Esse é o nosso maior prêmio. Mas tudo tem um começo e um final e, infelizmente, não podemos ser RBDs por toda a vida (risos). Só quero dizer aos fãs que não se preocupem, ainda está longe o dia de nos separarmos.
E como foi voltar pra casa e fazer show?
Alfonso: Nós nos sentimos superbem, ficamos dois anos fora do México e foi uma surpresa ver o ginásio cheio.
Anahí: Ai, estávamos muito nervosos! (coloca a mão na cabeça). Cantar em seu país, na sua terra, com suas pessoas... É como se tudo tivesse que ser absolutamente perfeito, não poderíamos errar nada. Foi incrível!
É muito diferente tocar "em casa"?
Alfonso: Sim, como não? Sua mãe, seu pai, seus amigos vão te ver no palco. Isso dá um nervosismo a mais.
Em algum momento já passou pela cabeça de vocês algo como "não quero mais viajar", já que ficam muito tempo fora?
Christian: Sim, claro. Mas acho que você realmente tem que ter cuidado com o que deseja. Eu, por exemplo, às vezes penso: "não vou viajar mais, tenho saudade da família, da comida de casa...". Mas quando eu era mais novo, pedia a Deus para viajar muito, porque era a coisa que eu mais queria. E agora eu viajo bastante! Por isso, acho que temos que aproveitar as oportunidades que a vida dá. Isso não acontece todos os dias. E poder trabalhar no que gosta, e receber por isso, é muito bom.
Vocês brigam muito?
Alfonso: Nós brigamos pelos travesseiros, pelo lugar no avião (risos)... Na verdade, sempre tivemos uma boa comunicação e espero que continue assim. Respeitamos o espaço um do outro. Mas não é tão fácil, estamos juntos em todos os momentos. E não somos só nós seis, há uma equipe que viaja junto todo o tempo.
Quem é o mais irritado?
Christian: Depende da ocasião, se estamos com fome ou sono. Não somos difíceis.
Como foi 2007 para a banda?
Christopher: Foi um bom ano, viajamos bastante. Mas já estamos focados em 2008, quando começamos a promover o novo disco, o filme, a segunda parte da série que talvez aconteça...
Quem são vocês hoje e no início da carreira? O que mudou?
REBELDE é transmitido pelo canal Boomerang de segunda à sexta, às 21h.
Christian: Acredito que quanto mais você tem experiências boas e más, mais cresce como ser humano. A vida me deu o presente de realizar um sonho. Não só cantar, dançar e atuar num mesmo projeto, como conhecer o mundo.
Alfonso: Eu me sinto exatamente assim, mas agora dou mais valor a situações que eram do cotidiano antes, como ficar com a família e com os meus amigos. Agora valorizo as coisas simples, que todo mundo acha normal.
Christopher: Também aprendi a valorizar o que é simples e descobri várias coisas que gosto, como a música.
Dulce: Acho que foi um fenômeno pessoal e profissional. Passei a enfrentar medos que me fizeram crescer. Foi muito trabalho e todos os sentimentos estavam à flor da pele. Vivi os melhores e os piores momentos com Rebelde.
Anahí: Também passei a dar importância a coisas simples. Acredito que em muitos anos não tenha amadurecido o que cresci em tão pouco tempo com o RBD. Foi tudo intenso, forte, feliz, triste... Isso é o que me fez forte.
Maite: Eu cresci muito, porque tive que me confrontar comigo mesma, me conhecer. Você está exposta constantemente, não é fácil.
Como anda o coração dos garotos?
Christian: Estou muito contente, feliz e apaixonado.
Alfonso: Estou casado com meu trabalho, 100% concentrado, sem muito tempo para namorar. Mas estou feliz com a minha profissão.
Christopher: Eu estou contente, é só o que posso dizer (risos).

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